Muito habitualmente encontramos nas salas de aula ou até mesmo nos corredores de nossas escolas, estudantes aflitos, angustiados e temerosos com o que diz respeito ao aprendizado da matemática. E comentários como: “a matemática é muito difícil”... tornam-se muito mais freqüentes e impregnados de tal veracidade para estes estudantes, que acabam levando à impossibilidade de uma ruptura deste pré-conceito, e delimitando o sucesso ou o fracasso desta aprendizagem.
Com a rápida evolução da sociedade, cada vez mais nos é exigido um maior conhecimento matemático. De certa forma, fazemos uso desses conhecimentos regularmente no nosso cotidiano: fazer contas, construir agendas, seguir cronogramas, escolher itinerários, etc. E confiamos que nosso raciocínio esteja sempre correto, até que nos provem ao contrário.
E porque, nossos alunos continuam achando a matemática tão abstrata e insignificante, já que a utiliza com tanta freqüência em sua vida diária?
A desmistificação dessas crenças dentro do ensino-aprendizado da matemática é que pode fazer vislumbrar novos desejos de aprendizagem. E um dos caminhos que pode orientar na direção do sucesso do aprendizado é exatamente a emoção.
A aprendizagem matemática por si só traz consigo uma forte visão emocional, sendo analisada de maneira racional e friamente. Sendo assim, deixa uma grande margem para que sentimentos como medo, angústia, tristeza, piedade e incompetência, sejam manipuladores de resultados de fracassos e incapacidade.
Diante deste fato, é preciso apelar para um novo diálogo, para uma nova relação pedagógica, que seja capaz de diferenciar a compreensão de um indivíduo, da compreensão da mecânica de um carro, por exemplo. A relação pedagógica que buscamos como resposta é aquela que se inicia na cumplicidade e relação intima com nossos alunos. A pedagogia do carinho, que é a pedagogia do futuro, por ser aquela que projeta seus fundamentos no conhecimento não só de saberes científicos, mas no modo emocional de aprender o mundo e de valorizar outros saberes.
Para tanto, é preciso querer bem, gostar do trabalho e do educando e um gostar de aprender e de incentivar a aprendizagem, um sentir prazer em ver o aluno descobrindo o conhecimento.
Portanto, a intensidade assim como a qualidade do afeto disponibilizado pode influenciar de forma muito significativa no sucesso ou no fracasso do estudante no aprendizado da matemática.
Por Ana Isabel Carneiro Baptista Bomfim
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